sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Luciano Huck posta foto ao lado de Fiuk nos bastidores do “Caldeirão”


O apresentador Luciano Huck postou na tarde desta sexta-feira (17), no Twitter, uma foto ao lado do cantor e ator Fiuk, filho de Fábio Jr. e vocalista da banda Hori, nos bastidores das gravações do “Caldeirão do Huck”, da TV Globo.

“Eu e Fiuk nos bastidores do ‘Caldeirão’! Moleque do bem e gente fina!”, escreveu Luciano Huck no Twitter.

Fonte: Abril.com

De bóbes no cabelo, Lia tieta Fiuk no Projac: 'Ele é uma gracinha'


A ex-BBB Lia aproveitou uma passagem no Projac para tietar Fiuk. "Ele sim é uma gracinha". A moça postou a foto em seu Twitter. E o que são esses bóbes no cabelo Lia?

Fonte: Ego

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Fiuk: Totalmente revelador!

Sem pudor, o músico fala sobre carreira solo, fama, sexo, drogas, amores, traumas e até disco voador



''Fiuk Me'', insinua a pulseira. O dono dela ouviu tantas vezes a mesma piada que decidiu capitalizar: criou o acessório com a expressão e a peça é uma das mais vendidas no catálogo de sua grife.

O que significa ''Fiuk Me''? Dono do apelido que virou verbo na boca e nos braços de fãs, Filipe Kartalian Ayrosa Galvão, o Fiuk, 19 anos, abaixa a cabeça e, com um sorriso de adolescente brincalhão, diz que não faz ideia, que cada um cria a sua resposta.

Uma das hipóteses pode ser ''me hipnotize''. A cara do pai - o cantor Fábio Jr., 56 - e da irmã Cleo Pires, 27, muitas mulheres agem como loucas ao vê-lo. Tanto que sua namorada, a produtora de moda Natália Frascino, 27, saiu chorando de uma boate numa noitada recente do casal em São Paulo, na quinta-feira (2), tamanho o assédio em cima dele.

''Fiuk Me'' também pode ser ''seja sincero comigo''. O cantor não se intimida ao falar que já experimentou drogas, viu disco voador e acha casamento ''uma coisa bizarra''. E até falou sobre sua opinião para o pai, que subiu ao altar seis vezes.

Contratado da Rede Globo e com um projeto solo no ano que vem, Fiuk, o novo popstar brasileiro, mergulha de cabeça em todos os aspectos de sua vida e se revela.

''Eu me acho estranho.
Não gosto do que os moleques da minha idade gostam. Não troco ficar no meu quarto, estudando guitarra, por uma balada. Vejo um monte de filhinho de papai semresponsabilidade, só querendo saber de curtir a balada, beber pra caramba, drogas, viajar... É claro que já fiz bobagens. Teve um período na minha adolescência que decidi curtir, errar, pra aprender na própria pele. Mas só consegui fazer isso durante uns três meses. Acho que desde os 13 anos sei o que quero da vida, que é trabalhar com música, e batalho por isso.

Não tive pai na infância.
Ele ficava muito tempo longe, em shows, e eu não o via durante semanas. Aos 8 anos, tive uma bronquite asmática que passou quando meu pai veio me ver. Brinquei: 'Você é meu remédio'. Aos 13 anos, decidi morar com ele para recuperar o tempo perdido. Minha mãe (a artista plástica Cristina Kartalian, 51) foi quem mais me deu força. Elaé mais parceira e meu pai, mais protetor. Ele fica no pé: 'Moleque, põe o casaco que vai fazer frio' ou 'Faz balada aqui em Alphaville porque São Paulo é muito longe e perigoso'.

Ainda moro com meu pai.
Teria condições de sair de casa, mas quero curti-lo por mais um tempo. Ele respeita meu espaço. Há algum tempo, meu pai andava muito ranzinza e perguntei: 'Quer que eu more sozinho?' E ele: 'Não é isso, peraí' (risos). Ainda quero aprender muito com ele.

Conheci minha namorada no posto de gasolina.
Estava indo pra balada quando a vi no carro, abastecendo. Combinamos de ir para a mesma boate e ficamos. Ela tinha 25 anos e ficou chocada quando eu disse que tinha 17, mas foi só um susto inicial. Pior foi um mês depois, na hora de conhecer os pais dela! Os caras esperando um executivo trintão e chego eu lá: 17 anos, músico e filho de músico. Mas eles sempre me trataram bem pra caramba.

Sempre namorei mulher mais velha.
Só uma vez fiquei com uma menina da minha idade. As mais novas não costumam falar do que gostam, o que pensam. Mulher mais velha sabe o que quer. Gosto de namorar. Desde os 13 anos que engato um namoro no outro. Natália é meu relacionamento mais longo. Antes dela, duravam uns cinco meses.

Sou carente demais.
Não aguento ficar sozinho. Sei lá por que... Quando estou sozinho, invento uma paixão. Antes de conhecer a Natália, ia direto à balada para conhecer alguém. Só encontrei a minha namorada depois que desencanei de buscar.

Minha namorada saiu chorando da balada ontem.
Fomos só nós dois a um lugar que custa 200 paus a entrada e achei que lá eu seria só mais um. Meu, ficamos dois minutos! A mulherada chega mesmo: aperta a minha b..., tenta beijar. Minha namorada é maravilhosa, um mulherão! Ela tem uma cabeça boa pra caramba! Eu nãoteria estrutura para aguentar o que ela suporta. Tenho que me segurar para não pirar com a fama.

Vou lançar um projeto solo.
Será no ano que vem, em março ou abril. É uma coisa paralela, mas a Hori não vai acabar. Vou aparecer com um visual novo, com uma música na pegada mais blues, com influências do Eric Clapton, e John Mayer. Se vou virar um cantor romântico como meu pai? Esse projeto é mais calmo, meio romântico, mas diferente da praia dele.

Já rolou uma briga de ego na banda.
Foi na época em que fazia Malhação. Mas logo falei para os caras: 'Pô, mas vocês não sabiam que isso ia acontecer? (O sucesso de Fiuk na série) É bom para a banda'. E eles entenderam. Sou o líder da banda, eu que criei a Hori. Depois de cada show, reúno a equipe no quarto e falo: 'Mandou bem, mandou mal, tem que melhorar aqui, eu vacilei com isso...' E todo mundo fala o que achou.

Tem artista mascarado pra caramba!
Gente que fica cheio de dedos para falar o que realmente é e pensa. Não sei ser assim e não quero abrir mão de ser quem eu sou. Uma coisa que me deixou feliz na Rede Globo é que deixei claro que minha prioridade é a música e eles curtiram. Que bom que eu sendo eu é bom para eles (risos). Não posso falar qual é meu próximo projeto na emissora porque seria punido. Mas adianto que é uma coisa na minha praia.

Sofri por ser o único homem e caçula.
Uma vez, estava cantarolando umas músicas do Blink (banda de punk rock) em casa e um dos amigos do meu pai me falou: ''Filho de peixe, peixinho é. Você tem que cantar que nem seu pai!'' Aquilo me paralisou, minha voz não saia mais. Pô, eu só estava brincando e o cara me fala uma coisa dessas! Fui muito travado até os 17anos. Um dia, estava p... com tanta cobrança e fui para o carro. Comecei a cantar berrando, depois a cantar normal e vi que eu tinha voz, que ela saía. Aí, destravei. Por outro lado, dou graças a Deus que meu pai nunca me deu moleza. Acho que o trabalho faz o talento. E mais trabalho ainda com esse talento faz o sucesso.

Durmo cinco horas por dia.
Procuro ficar acordado porque quero viver o máximo possível. O tempo é a coisa que mais temo: ele cria e destrói, não volta e tudo depende do agora. Parece que foi ontem que eu tinha 10 anos. Tenho prazer em viver. Quero passar mensagens de amor, que as pessoas têm de viver e não só sobreviver, sabe? Não sou católico, nem espírita, nem budista, muito menos ateu. Acho que a vida na Terra é como a 8a série (gargalhadas). Tem de passar de ano, senão volta pra cá de novo.

Já experimentei droga.
Não vou falar qual. É f... porque falando isso, o tacham de drogado, sendo que o próprio cara que lê, às vezes, fuma, cheira. Não quero incentivar ninguéma nada disso, mas tenho de ser sincero com minhas experiências. Experimentei porque acho que é preciso saber o que é para não beijar a boca da ilusão. Ai o cara, quando estiver numa roda, vai poder ser firme ao falar: ''Valeu, tô fora''. Vivo num meio que tem muita droga. O ser humano é curioso e quem diz que não é mente.

Meu primeiro beijo foi aos 10 anos.
Ela tinha 13 anos e a gente foi ao cinema. Cara, nem me lembro que filme era e isso nem importava (risos). Lembro que eu tremia de tão nervoso porque sabia que ali daria meu primeiro beijo. Passei as duas semanas seguintes com ela, só querendo saber de beijar (risos).

Comecei a transar cedo.
Não vou falar com quantos anos pra não assustar (risos). Só falo que foi bom pra caramba. Se converso com meus pais sobre sexo? Claro, principalmente com meu pai. Ele tem anos a mais do que eu de experiência (risos).

Casamento é uma coisa bizarra.
Meu, como se coloca sentimento num papel? Tipo, ''eu te amo, você me ama, então vamos assinar um contrato (gargalhadas)''. Nem o planeta vai durar para sempre, como você vai jurar uma coisa dessas?! Acho lindo a festa, mas muito Michael Jackson esse negócio de ser tudo sempre igual: a mulher de branco, o cara deterno, o padre, a musiquinha. É tudo o mesmo show! Vi muitos casamentos. Meu pai já se casou várias vezes. Em todas, falei meu ponto de vista, mas ele responde, com aquela cara de bebezão: ''Tô apaixonado... (risos)''

Tenho metas bem ambiciosas.
Não vou falar quais, porque vão me xingar, colocar olho gordo (risos). Por exemplo, sou fã de John Meyer e da banda Paramore. Os caras são seres humanos como eu, não são ETs (risos). Se eu trampar muito e tiver essa meta, por que não posso chegar onde eles estão?

Gosto de ler.
No último ano, três livros me marcaram. Em Mentes Inquietas (de Ana Beatriz B. Silva/ Ed. Fontanar), sobre Distúrbio de Déficit de Atenção, falei com meu pai: ''Tá vendo? Não era vagabundo, eu tinha DDA''. Os Segredos da Mente Milionária (T. Harv Eker/ Ed. Sextante) acabou com meu preconceito com autoajuda. Acho que consegui o papel e o sucesso em Malhação com a ajuda desse livro. E Um Extraterrestre na Galileia (de C.R.P. Wells/ Ed. Madras), indicado pelo meu pai, que conta umas verdades que a sociedade ainda não está pronta pra saber.

Já vi um disco voador nitidamente.
Tinha uns 15 anos, estava no meu quarto quando meu pai gritou. Achei que era bronca, então ele apontou para o céu. Vi um objeto redondo, com umas luzes quadradinhas que piscavam. Fez um 's' no céu e desapareceu. Não tenho medo. Tem gente preconceituosa, que tem a mania de só enxergar o que está na frente, com uma cabecinha minúscula. Isso é uma burrice sem tamanho. Eu, não. Tenho a certeza de que não estamos sozinhos.''



Fonte: Contigo!

Fiuk mostra a barriguinha e entra na água para ensaio fotográfico

Se as meninas já babam quando Fiuk canta ou atua, elas vão ficar ainda mais apaixonadas quando virem o ensaio que ele fez para a revista "Contigo". Ele entrou na água, fez cara sensual e até mostrou o torax e a barriguinha nas fotos (com uma camisa meio estranha...).




Fonte: Ego

Fiuk critica: "No Brasil, se falam mal é porque você faz sucesso"


O estilo próprio, que representa bem a cultura pop atual, já virou sua identidade quando ainda era protagonista de "Malhação ID". Na banda Hóri, em que aparece como vocalista, a referência de roupas, cabelos e atitudes se espalhou para os jovens que seguem fielmente os passos de Fiuk, revelação de 2010 e que soltou o verbo durante o "Transalouca" desta terça-feira (14), da Transamérica Pop FM.

As peças coloridas já viraram marca, e também motivo de piada de um dos locutores do programa: "O Fiuk parece que matou umas quatro zebras para fazer essa calça". Entre risos, o cantor e também ator esclareceu que já está mais seguro quanto ao próprio sucesso. Filho de Fábio Jr., Fiuk se divertiu com o fato de ter tanto nome quanto seu pai.

"O 'Pânico na TV' faz uma brincadeira de imitação minha e de meu pai, e nos nomeou como 'Fiuk Pai' e 'Fiuk Filho'. Deveria ser o contrário, não é? Graças a Deus, já consegui fazer um bocado do meu nome por aí. Construir uma carreira é extremamente complicado, mas muito lindo também", contou.

Após o sucesso com "Malhação ID", Fiuk declarou não se sentir confortável com o prestígio que recebeu no seriado. "Tenho muito ainda que aprender, crescer e viver. Estagnar é normal do ser humano, só que eu não vejo por aí. Quero sempre tocar melhor, compor melhor, atuar melhor, fazer tudo melhor", contou.

Durante a conversa, o vocalista da Hóri ainda reclamou sobre o significado do que é fazer sucesso no país. "No Brasil, infelizmente, ninguém gosta de falar bem. Se não tem ninguém falando mal, é porque você não faz sucesso. Quando você escuta 'fulano é um viadinho, filho da p****', é porque você tem feito sucesso", alfinetou.

Com perguntas da plateia, que estava presente no estúdio, e de ouvintes da rádio, Fiuk foi muito questionado sobre o que pensa de suas fãs - que já são milhares -, e como define a relação entre artista e público.

"Acho demais. Não tem beijo e abraço mais gostoso do que de uma fã. Muita gente me pergunta se eu namoraria uma fã, como se fosse algo negativo. Para mim, é o contrário. A pessoa te admira, gosta de sua música, te acompanha. Seria mais legal ainda."

No entanto, Fiuk, logo de cara, afastou a possibilidade de se relacionar com uma "fiukete" atualmente. "Nunca passou pela minha cabeça. E as próprias fãs me respeitam muito. Por admirarem, elas te respeitam sempre", afirmou o gato, que namora a publicitária Natália Frascino.

Fiuk diz que já experimentou drogas


O cantor Fiuk, de 19 anos, ídolo de uma infinidade de adolescentes brasileiras desde que despontou com sua banda, a Hori, e interpretou o protagonista de Malhação (Globo), admitiu que já experimentou drogas.

- Não vou falar qual. É f... porque falando isso, o tacham de drogado, sendo que o próprio cara que lê, às vezes, fuma, cheira. (...) Experimentei porque acho que é preciso saber o que é para não beijar a boca da ilusão.

A declaração foi dada à edição desta semana da revista Contigo!.

Na entrevista, Fiuk que disse que “já fez bobagens” na vida.

- Teve um período na minha adolescência que decidi curtir, errar, pra aprender na própria pele. Mas só consegui fazer isso durante uns três meses.

O cantor também adiantou que vai lançar um projeto solo no ano que vem. Mas ele garante que a Hori não irá acabar por causa disso.

- Vou aparecer com um visual novo, com uma música na pegada mais blues, com influências do Eric Clapton, e John Mayer. Se vou virar um cantor romântico como meu pai? Esse projeto é mais calmo, meio romântico, mas diferente da praia dele.

Fonte: R7.com

"Malhação" continua com baixa audiência

Com três semanas de exibição, "Malhação" ainda não caiu no gosto dos telespectadores da Globo. A atual temporada, escrita por Emanuel Jacobina, continua com baixos índices de audiência.

Na última terça-feira (14), o folhetim adolescente teve média de apenas 15 pontos com picos de 17. A marca é inferior à conquistada pela temporada anterior, que oscilava entre 16 e 19 pontos de média.

O Horário Eleitoral Gratuito - e sua estreia dentro do mesmo - seria uma das causas sugeridas para a baixa audiência de "Malhação".

Esses índices são prévios e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores da Grande São Paulo. Dados consolidados podem variar para mais ou para menos.

Fonte: NaTelinha