segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fiuk conquistará até a prima em 'Tal Filho, Tal Pai'


Muitas moçoilas gostariam de estar na pele de Railane Borges, 22 anos. É que a atriz fará a prima de Fiuk no especial Tal Filho, Tal Pai, que estreia na Globo dia 23. Na trama, ela interpretará Sara, que sempre cultivou um carinho pelo rapaz.

Ainda novinha, ela se mudou para os Estados Unidos e, quando volta, moderna e transformada, logo atrai o interesse do filho de Fábio Jr. Aproveitando que ele acabou de montar uma banda, ela se aproxima do primo como groupie (fã que se relaciona com os membros de suas bandas favoritas). Quem não fica nada feliz com a novidade é Larissa (Amanda Richter), namorada do músico.

Por falar em Fiuk, ele está todo prosa. É que seu Twitter atingiu a marca de mais de 1 milhão de seguidores no fim de novembro. ¿Sou bem viciado no Twitter, sempre que tenho um intervalo, entro no site para conversar com a galera. É irado...¿, postou.

EXTRA promove 'Bate-papo com Fiuk' no Cine Odeon, nesta segunda-feira


Se as segundas-feiras tivessem a cara de um ídolo fofo, ninguém acharia este dia da semana chato, não é? Para dar um gostinho de como seria, o EXTRA promove nesta segunda o “Bate-papo com Fiuk”. A partir das 15h, o ator e vocalista da Hori estará no Cine Odeon, na Cinelândia, lançando seu livro, “Diário com Fiuk” (no detalhe), e conversando com a plateia.

— Adoro o contato direto e reto com o público. Não tenho nada a esconder. É bom que as pessoas vejam que sou igual a todo mundo. Quero mostrar que sou de verdade — afirma o cantor e ator, de 20 anos.

Em “Diário de Fiuk”, ele também abre a sua vida. São 135 páginas com a história do ídolo, desde a infância até os dias de hoje. E para quem for ao Odeon, mais uma boa notícia: o gato vai autografar o livro, após o bate-papo, às 16h30m.

— Isso é muito doido! É uma oportunidade de falar coisas que penso, contar um pouco da minha história. Não é, assim, uma biografia. Imagina, um cara com dois dias de carreira (risos). É mais um diário mesmo — diz Fiuk.

Encarar uma plateia não é problema para o artista, acostumado às multidões em seus shows. É justamente a chance de falar sobre sua vida que mais o estimula.

— Não ligo de expor nada. Bom falar para essa molecadinha nova, que está começando, que tem que acreditar, correr atrás do que quer — discursa.

O Cine Odeon fica na Praça Floriano 7. A entrada é por ordem de chegada. As 330 primeiras pessoas que chegarem ao local participarão do evento.

domingo, 28 de novembro de 2010

‘O Diário de Fiuk’: leia trechos da biografia do ator e cantor


Um menino extremamente carente da presença do pai na infância, chorão e com nome de príncipe. Essas são algumas das peculiaridades que vão estar presentes no livro “Fiuk – Diário do Fiuk”, que a Creative Books lança no dia 30 de novembro.
O livro, biografia escrita em formato de diário pelo próprio ator e cantor, pretende ser um presente para as fãs ao revelar momentos de intimidade do ídolo, fotos inéditas e detalhes da infância do líder da Banda Hori. O EGO teve acesso a alguns trechos do diário de Fiuk e mostra para você em primeira mão.

Relação com Fábio Jr. na infância
“Morria de saudades do meu pai, sentia falta. Ele fazia, sei lá, 150 shows por ano, a gente quase nunca se via. Essa vida longe de casa e da família deu no que deu, meus pais se separaram quando eu ainda era bem pequeno: o processo de separação começou quando eu tinha apenas um ano e meio e se estendeu até os meus dois anos e meio. Já garoto, eu via os meus amigos com o pai por perto, sempre presente, tipo paizão que se preocupa com tudo, e não entendia por que comigo era diferente. Nunca tive uma relação de pai e filho quando criança... Quando via pai e filho andando de bicicleta, brincando na piscina, eu ficava olhando aquilo e me sentia triste... Meu pai estava sempre trabalhando, não tinha troca nenhuma de carinho. Eu tinha um pai, mas não tinha, porque só o via uma vez por mês, a cada dois meses. Claro que isso acontecia por causa da carreira dele, agora eu entendo. E hoje tenho uma relação linda com ele. Hoje meu pai é de ouro.”


Bronquite emocional
“Quando eu tinha uns sete, oito anos, comecei a ter crises muito fortes de bronquite asmática. Era pela falta que sentia do meu pai. Então, durante o pouco tempo em que ficávamos juntos, eu o incluía em todas as minhas atividades: chamava meu pai para me ver brincando, queria estar perto, andar ao lado dele, o tempo todo. Teve uma cena que me marcou. Um dia, tive uma crise de bronquite e já estava dentro da ambulância, pronto pra ir pro hospital, quando meu pai chegou. Saí correndo na direção dele, até esqueci que estava com soro no braço e tudo. Quando me dei conta, já estava bem. Foi quando eu disse: ‘Pai, você é meu remédio’.”

Fiuk, o dono do zoológico
“Eu me lembro de ser daquele tipo de moleque que não para quieto. E
sempre fui muito mimado. Fui o que mais trabalho deu para a família, e ainda assim fui o mais mimado, engraçado isso. Ganhava presente demais. Nossa Senhora! Mas ganhava da minha mãe. Porque do meu pai, se não estudasse, não tinha conversa. Minha mãe era outra história, me dava tudo que eu quisesse. Numa época, eu devia ter uns oito ou nove anos, quis ter bichos de estimação. Aí tive de tudo: chinchila, coelho, peixe, cachorro, tartaruga, pássaros... Cheguei a ter quarenta pássaros em casa, em gaiolas enormes.”


Assim nasceu Fiuk
“Quando era moleque, minha mãe tentou que eu fizesse esportes. Fui fazer natação, não curti. Futebol também não curti muito, nem judô, nem tênis e nem nada. Fui fazer hipismo, não deu certo. Mas minha irmã Krysia era muito boa no hipismo, ganhou vários prêmios. Eu ia sempre com ela à hípica. Lá conheci o Edson. Ele devia ter uns seis anos e ajudava o pai, que trabalhava de jardineiro na hípica. Foi ele que me deu o apelido de Fiuk, porque não sabia falar direito o meu nome. Depois descobri que ‘Fiuk’ soa parecido com a palavra ‘menino’ em húngaro. Olha que louco!”

Fiuk na Favela
“O Edson foi meu melhor amigo até os quinze anos. Melhor amigo mesmo! Ele morava numa favela. Então, eu pedia pra minha mãe me deixar na hípica e depois fugia com o Edson para a favela. A casa dele era no meio do mato. A gente ficava lá na maior inocência, brincando; pegava manga no pé, comia arroz e feijão numa panelinha toda amassada e não tinha malícia alguma. Quando você é criança não tem maldade, então eu não pensava:’Ai, que nojo!’ ou ‘Estou com medo!’. Pra mim era tudo tranquilo, a família do Edson era gente boa pra caramba. Foi nesse tempo que conheci o mundo sem perceber. Vi como é morar em uma favela e morar em uma mansão. É tudo terra do mesmo jeito, todo mundo é gente do mesmo jeito. Então, nunca liguei pra diferenças sociais.”


Ensinando a ser pai e a ser filho
“Fui pra casa do meu pai com mala e tudo e disse: ‘Vim morar com você!’. Nem lembro se eu o avisei antes. Acho que não, cheguei de repente. E a partir daí começamos a ter uma relação mais profunda de pai e filho. Eu o ensinei a ser pai, uma coisa que ele não sabia. E aprendi com ele a ser filho, porque eu também não sabia direito o que é ser filho. Uma vez, acho que eu tinha uns treze anos, decidi fazer uma tatuagem. Avisei meu pai, e ele só falou o seguinte: ‘Você é quem sabe. Mas pense bem: você vai ter de passar o resto da vida com isso no seu corpo’. Ele deu um toque, disse que no dia seguinte eu podia mudar de ideia e me arrepender. E não é que deu certo? O papo me convenceu e desisti de fazer a tatuagem.”

Nome de príncipe (trecho escrito pela mãe de Fiuk, Cris)
“Voltei correndo pra casa e, quando cheguei, minhas duas filhas estavam na cama do quarto de casal, assistindo ‘A Bela Adormecida’. Interrompi o desenho e contei que elas iam ter um irmãozinho, e que agora era a vez delas de escolherem um nome para o bebê. As duas não tiveram dúvida: ‘Filipe, Filipe! Igual ao príncipe da Bela Adormecida!’. E não teve discussão. Quando Fábio chegou mais tarde, contei a ele, e sua reação foi: ‘Se elas escolheram, então vai ser Filipe!’ E as duas: ‘Igual ao príncipe, igual ao príncipe!’”

Fonte: Ego

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Fábio Jr. e Fiuk dividem pela primeira vez a cena e o coração das mulheres no especial


As mulheres vão ficar histéricas com o especial de fim de ano da Globo ‘Tal Filho, Tal Pai’, protagonizado por Fábio Jr. e Fiuk, que deve ir ao ar no dia 28 de dezembro. Tudo porque o ídolo ‘teen’ vai aparecer em cenas quentes na cama com Amanda Richter, que faz Larissa, sua namorada na história.

“Foi tranquilão fazer. Mas eu, no lugar da Natália (Frascino, com quem o cantor está há três anos), não seria tão relax”, confessa Fiuk. Amanda, que namora o também ator Max Fercondini, entrega: “O Max disse que não quer nem ver. Mas o Fiuk foi um gentleman. Primeiro, eu estaria só de calcinha, mas aí me arrumaram um top”, diz ela, mais relaxada.

O jeito pegador, Fiuk, 20 anos, herdou de Fábio Jr., 57, famoso conquistador, como comprovam seus seis casamentos. Ele vive o pai de Fiuk também no especial e comenta sobre sua fama de mulherengo. “Quando o Felipe era mais moleque, ele me ligava e falava: ‘E aí, papito, tá com mulher?’. Eu disfarçava, falava: ‘Não, é a televisão’. Hoje em dia, ele tá bem sossegado com isso. Tem um pouco dessa história no programa”, diz Fábio, quase sussurrando, enquanto o filho muda de roupa em outra parte do camarim que dividiram durante uma gravação na Marina da Glória.

Foi lá que eles emocionaram toda a equipe ao cantarem a música ‘20 e Poucos Anos’, que conduz o especial. “Também fizemos um outro clipe que será lançado comercialmente. É muita emoção”, vibra Fiuk, feliz com a oportunidade. O pai, é claro, assina embaixo. “Sempre me chamam para fazer novelas, né? E eu nunca topo. Mas quando disseram que era o Felipe e eu, nem pensei. Aceitei na hora”, conta Fábio.

Ele se recusa a chamar o filhote de Fiuk. “Imagina se vou chamá-lo assim!”, diverte-se o cantor, que, normalmente, não acha o ídolo ‘teen’ tão parecido com ele. “Outro dia comentei com o Felipe sobre uma foto. Pensei que era da época de ‘Cabocla’ (1979), mas não conseguia lembrar. Aí ele virou para mim e disse: ‘Papito, é por que esse daí sou eu’”, gargalha Fábio Jr., que vê mais semelhanças entre ele e o filho nos trejeitos do que na aparência. “É um jeito de andar, de falar que temos”, explica. Fiuk concorda: “Tem uma coisa de botar a mão na nuca que a gente faz igualzinho. Às vezes, me policio”, entrega ele.

Bons companheiros, eles não são só fisicamente parecidos. Fábio Jr. e Fiuk têm mais coisas em comum do que a gente imagina. “Acordamos os dois de mau humor, precisamos de um tempinho...”, admite Fiuk, que divide, pela primeira vez, a cena e o coração das espectadoras com o pai.

FIUK EM LIVRO
PROGRAMA E CD


BIOGRAFIA. Batizado de ‘O Diário de Fiuk’, o livro, que conta a trajetória do líder da banda Hóri, só chega às livrarias dia 30, mas já tem 30 mil exemplares pré-vendidos. “Ele mora comigo desde os 13 anos. Peguei a adolescência toda. Eu não sou o melhor cara do mundo para dar conselhos, mas sempre disse que ele deveria ser honesto, correto e generoso. Eu nunca liguei para a Globo para pedir qualquer coisa. Tudo que o Felipe conseguiu foi mérito dele e só dele.”, contou Fábio Jr. a O DIA.

NOVELA. Fiuk desmente boatos de que atuaria na próxima trama do autor Aguinaldo Silva, programada para ir ao ar após ‘Insensato Coração’, de Gilberto Braga. “É muito doido isso. Porque eu nunca recebi convite nenhum, de ninguém. Depois li na Internet que eu não tinha aceitado participar. Mas é que não fui convidado mesmo. Eu tenho projetos de teledramaturgia sim, independentemente de contrato”, explica o cantor.

DISCO SOLO. Em 2011, o ídolo ‘teen’ vai lançar seu primeiro trabalho sem a banda Hóri. “A banda não acabou, não é isso. Mas eu vou dar a minha cara a tapa. Recebi duas músicas do pessoal do Exaltasamba bem bacanas. Eu curto muito o John Mayer, sou louco pelo som dele”, revela Fiuk, que vai deixar o cabelo crescer. “Fico me sentindo esquisito assim, mas fiz isso para dar a cara a tapa”, admite o cantor.

"Tal Filho, Tal Pai" Fiuk viverá cenas quentes de amor e apresentará duas músicas próprias


Assim como na vida real, a namorada de Fiuk no especial “Tal filho, tal pai” também é mais velha. O cantor de 20 anos, que namora Natália Frascino, de 28, vai se relacionar, na ficção, com Larissa, interpretada por Amanda Richter, que apesar de ter 20 anos fará uma menina de 25. A diferença é que Natália tem uma loja de roupas e Larissa é comissária de bordo. A personagem, que dará força para o jovem cantor, viverá cenas quentes com Fiuk.
— Gravamos uma sequência em que tinha um pouco de nudez. Foi a minha primeira desse tipo, mas me senti confortável. Fiuk é muito cavalheiro — conta Amanda, cuja personagem vai rivalizar com Sara, prima apaixonada pelo cantor e vivida por Railane Borges.

Em um especial com dois cantores, não vai faltar música. A exemplo do clipe de “20 e poucos anos”, que Fiuk e Fábio Jr. vão lançar em breve, o programa também terá seu próprio vídeo da canção, tema do DVD da dupla, na ficção. “Tal filho, tal pai” ainda vai mostrar duas composições de Fiuk: “Nada vai me parar”, música que toca durante uma briga com o pai, e “Sempre mais”, que será apresentada pela banda do cantor no especial, a Agnatus. As duas canções vão fazer parte do primeiro CD solo do cantor, que será lançado em abril de 2011. Apesar do álbum, Fiuk garante que não deixará a banda Hori:
— A banda não vai acabar. Mas, no ano que vem, quero me dedicar mais à música, estudar instrumentos. Sou um menino ainda.
A hipótese do programa virar série ainda não foi confirmada. Porém, continuar no especial é uma opção bem vinda para filho e pai.
— Com esse moleque, eu topo qualquer parada — afirma Fábio.

Especial de fim de ano se inspira na relação entre Fiuk e Fábio Jr.


Cara, sorriso, jeito e profissão do pai. Fiuk, às vezes, vê muito de Fábio Jr. ao olhar para o espelho. Como, por exemplo, quando passa a mão na cabeça. Nessas horas, ele para e diz para si mesmo: “opa”!
— Eu me seguro um pouco para não parecer tanto com ele — diz Fiuk.
Mas a situação é inevitável e não chega a ser um problema para os dois. As semelhanças fazem parte da relação familiar que inspiram o especial de fim de ano “Tal filho, tal pai”, que será exibido na segunda semana de dezembro, na Globo. O próprio Fábio Jr. já se confundiu.
— Vi uma foto minha na época de “Cabocla” e achei que era o Filipe (Fiuk) — lembra o pai, ou melhor, o “papito”: — A gente se parece no jeito de falar, andar e em alguns gestos, principalmente quando eu era mais jovem.
A sintonia dos dois ainda passa pelo (mau) humor matinal e pelas emoções.
— Chorei que nem um bebê quando o programa foi aprovado. Quando meu pai chegou, começou a chorar também — conta Fiuk, que vive com o pai, em São Paulo, desde os 13 anos.
No especial, será mostrado um pouquinho dessa relação, com a diferença de que, na vida real, Fábio não ligou para empresários a fim de ajudar o “filhote”.
— Não liguei para ninguém. Tudo o que ele conseguiu foi por mérito. Minha força foi nos bastidores — orgulha-se o pai.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Veja a capa da biografia de Fiuk


Ele tem só 20 anos, mas, tal Justin Bieber, Fiuk vai ganhar uma biografia. ‘O Diário de Fiuk’ chega às lojas no dia 30 de novembro e, como se fosse um diário mesmo, tem o ator e cantor escrevendo em primeira pessoa e páginas recheadas de fotos para as fãs. O trabalho sai pela Creative Books

Logo no primeiro capítulo, Fiuk conta detalhes sobre relacionamento com o pai, Fábio Jr., com quem mora desde os 13 anos.

“Já montando minha bandinha, decidi que não podia ficar longe do meu pai. Fui pra casa dele com mala e tudo e disse: ‘Pai, vim morar com você’”, conta.