terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tal Filho, Tal Pai: Fiuk e Fábio Jr. lançam especial nesta segunda, dia 6

Nesta segunda-feira, dia 6, Fiuk e Fábio Jr. apresentam para a imprensa o especial de fim de ano Tal Filho, Tal Pai, que estreia no dia 23 de dezembro na Rede Globo.

- Voltar depois de 12 anos a atuar e junto com o meu filho foi como andar de bicicleta - disse Fábio Jr. no começo da coletiva.



Tal Filho, Tal Pai: Fiuk e Fábio Jr. lançam especial nesta segunda, dia 6
Elenco e equipe apresentam a trama para a imprensa
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Nesta segunda-feira, dia 6, Fiuk e Fábio Jr. apresentam para a imprensa o especial de fim de ano Tal Filho, Tal Pai, que estreia no dia 23 de dezembro na Rede Globo.

- Voltar depois de 12 anos a atuar e junto com o meu filho foi como andar de bicicleta - disse Fábio Jr. no começo da coletiva.

Apesar do especial retratar a realidade de pai e filho, Fiuk ressalta que, na vida real, Fábio não facilitou as coisas para ele:

- Nossa história de pai e filho é bem diferente dessa história. Ele falou se vira e vai atrás do que é seu e meu sonho na época era que ele me ajudasse. Na série gravamos um dvd juntos. Queria ter vivido essa história sim, mas mal sabia que essa era a melhor ajuda que ele estava me dando - disse Fiuk.

- Tudo que ele conseguiu até hoje foi por mérito dele. Não teve um dedo meu - completou Fábio Jr.

Fábio Jr. lembrou que ainda não atuou com sua outra filha artista, a atriz Cleo Pires, mas disse que, caso aconteça, será um grande prazer. O cantor ainda revelou que a filha também tem talento para a música:

- Ainda não aconteceu, mas se acontecer vai me dá o maior prazer, são meus filhos. Aliás vocês precisam ver a Cleo cantando! - Fiuk faz coro e concorda com o pai - É mesmo, a voz dela é tensa, no bom sentido - completou o ator.

Na trama, Fábio Jr. já é um artista consagrado, mas Fiuk ainda está indeciso sobre suas escolhas. Pai e filho gravam um DVD juntos e sofrem pesadas críticas da renomada jornalista e crítica musical Bárbara Leão (Alessandra Negrini), o que acaba incentivando Fiuk a montar sua própria banda de rock. Para o ator, a opinião crítica é muito importante para o crescimento do artista:

- Eu procuro sempre escutar muito a crítica porque é muito fácil só escutar pessoas que gostam de você pelo que você é e não pelo seu trabalho. Sempre procuro escutar porque quero sempre aprender mais. É muito louco ter a oportunidade de mostrar para as pessoas a dor de receber essa primeira porrada da crítica e depois disso levantar, seguir em frente e melhorar. Além disso, é muito louco passar para as pessoas que somos seres humanos como todo mundo - arrematou Fiuk.

A atriz Alessandra Negrini disse que foi interessante estar do "outro lado", mas no início ficou constrangida:

- Foi interessante ficar do outro lado. Foi a minha vingança. Mas de início, fiquei constrangida porque tinha que falar mal deles e eram eles mesmos. Mas depois passou. Adoro música. Ir a shows de rock é o que mais amo na vida. Quando era adolescente cantava as músicas do Fábio aos berros no ônibus! - relembra a atriz.



O ator Eri Johnson contou que, para viver um empresário, buscou inspiração em muitos conhecidos:

- Eu conheço várias bandas, cantores e empresários. Procurei me inspirar um pouco nisso. O empresário é um pouco amigo e um pouco babá - brinca o ator.

Mário Márcio Bandarra, diretor do especial que também dirigiu Malhação ID, disse que quando Fiuk fez a novela, ele não tinha noção que o menino era filho de Fábio Jr:

- Quando Fiuk fez Malhação ID, nem eu nem a equipe tínhamos noção de que ele era filho do Fábio Jr. Achei um a cara do outro , mas não sabia. Quando eu descobri, tive a ideia de fazer uma brincadeira com isso. O filho de alguém famoso sempre sofre uma pressão muito grande, e daí surgiu a ideia do programa.

Fiuk conta que no início tentava evitar se parecer com Fábio Jr, mas que depois descobriu como isso era bom:

- No início, quando me falavam que eu parecia com meu pai, me pegava tendo os meus trejeitos dele e tentava evitar. Na época, diziam, filho de peixe, peixinho é. E eu nem sabia o que era peixe e peixinho, mas depois me toquei que parecer com meu pai era muito bom.

Fiuk também conta que era fanático pelo personagem Billy, de Corpo Dourado:

- Lembro do meu pai fazendo o Billy. Adorava. Era fanático! Outro dia até procurei cenas dele na internet - revela o ator.

Quando o assunto é a fama de conquistador de Fábio Jr., Fiuk brinca:

- Ele me prometeu que até o fim do ano não vai casar.

O ator também garante que sempre conversa muito com o pai sobre relacionamentos e que, em muitas vezes, os papéis acabam se invertendo:

- Se apaixonar é sempre bom. O importante é ser feliz. Conversamos bastante, somos muito amigos e acontece direto de invertermos os papéis. Conversamos muito. Principalmente sobre relacionamentos.

E ao ser questionado sobre o novo visual, Fiuk diz que, apesar das pessoas não gostarem muito, ele está sentindo falta:

- As pessoas não gostavam muito, mas meu pai curtia. Eu estou sentindo falta daquela cabeleira no olho - brinca o ator.

Tal Filho, Tal Pai trata com franqueza o mundo dos jovens de hoje com suas dores e delícias. A namorada, a prima, o rock’n roll, uma excursão trash, as roubadas e muito mais.

O programa é uma dramaturgia em que os protagonistas são também pai e filho na vida real. Tal Filho, Tal Pai é de Mário Márcio Bandarra, Giuliano Chiaradia e Ingrid Zavarezzi.

Fiuk participará de show na Avenida Paulista no Réveillon


Fiuk participará do Réveillon na Avenida Paulista dste ano. A informação foi divulgada nesta terça-feira (7). O ator subirá ao palco ao lado do grupo Hori, do qual é vocalista. A apresentação da banda será a segunda da noite, apenas depois do Barra de Saia.

O evento contará ainda com shows Fábio Jr., Zezé Di Camargo & Luciano e Capital Inicial. A apresentação da escola de samba Rosas de Ouro, vencedora do Carnaval 2010, encerrará a programação.

A festa está prevista para começar às 20h do dia 31 de dezembro e ir até as 2h30 do dia 1º.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fiuk avisa que vai seguir carreira solo e que está fora da banda Hori


Uma tarde para guardar na memória. Ídolo dos adolescentes, Fiuk lançou o livro "Diário de Fiuk" em evento promovido pelo EXTRA no Cine Odeon nesta segunda-feira e revelou que seguirá carreira solo. Fiuk bateu um papo animado com os leitores - a maioria, meninas que não seguraram a emoção antes mesmo de o cantor chegar ao local do encontro. A expectativa era tanta que havia gente formando fila às 10h30m da manhã!

- Tô me segurando aqui para não chorar -, disse Fiuk, que anunciou em primeira mão que vai deixar temporariamente a banda Hori, da qual é vocalista: - A gente começou a funcionar em tempo diferente. A banda Hori vai continuar. A banda vai continuar, mas, por um tempo, eu não vou estar com eles. Vou começar do zero, quero poder traduzir meus sentimentos da forma que eu quero. Ainda estou escolhendo quem vai tocar comigo. Estou começando de novo! Foi a decisão mais difícil da minha vida. Chorei muito com os moleques, pedi pra eles cuidarem da banda.

Filho do cantor Fábio Jr e irmão da atriz Cleo Pires, Fiuk contou que não levava muita fé em sua veia artística.

- Na minha família todo mundo tinha talento e eu achava que era o único que não tinha - conta ele, que hoje se dedica integralmente à carreira: - Música é meu maior vicio. Passo o dia todo tocando guitarra, bateria, compondo... Sou chato...

O cantor também atribuiu uma parcela de seu sucesso à mãe, a artista plástica Cristina Kartalian:

- Eu tenho tanto carinho pela mãe... Por isso eu a poupo tanto. É o meu anjo. E é a culpada de tudo. Foi quem me obrigou a estudar violão.

Para Fiuk, ser ídolo não é uma prioridade:

- Não penso em ser um ídolo. Em usar uma calça vermelha para virar idolo. Sou o que eu sou e que bom que sou ídolo para algumas pessoas.

'Sempre sonhei com o sucesso', diz Fiuk em lançamento de sua biografia


O lançamento da biografia de Fiuk, nesta segunda-feira, 6, no Rio de Janeiro, é a concretização de um sonho de infância. O ator e cantor contou que, desde os 11 anos, tinha certeza de que sua vida seria em cima de um palco. "Sempre sonhei com o sucesso. É muito doido viver esse sonho", disse.

Apesar de não ter sido sua a ideia de lançar o livro, Fiuk revelou que aceitou o convite pela oportunidade de tocar o público e incentivar as pessoas de alguma forma. "Me emocionei ao ver o rascunho do livro, porque foi a oportunidade de dividir com o mundo o que penso. Sou chorão e assumo. Aqui, ao ver os fãs, me segurei pra não chorar", entregou.

"Nao me incomodo com quem questiona: 'O que esse cara, com 20 anos, acha que tem pra contar?' Porque se fosse eu, pensaria a mesma coisa! Não é uma biografia, é um diário. Se eu puder ajudar uma pessoa que seja com isso, já estou feliz", completou.


Sobre o pai, Fábio Jr
"Meu pai falava que era desafinado. Para ganhar os parabéns dele, um elogio, foram cinco anos. Aliás, eu quis o sucesso também para mostrar para meu pai. Mas depois de receber um elogio, eu vi que isso era o de menos. Queria cantar porque era o meu sonho". Sobre as comparações entre pai e filho, Fiuk foi só elogios: "Nunca me incomodou. Ele é lindo! E eu o amo".

A irmã, Cleo Pires
"A relação é mais distante. Ela teve outra família e cresceu em outro lugar. A gente se fala pouco, mas a relação é de muito amor e carinho."

Carreira solo
"A banda Hori continua, mas sem mim por um tempo. Porque minha mãe dizia: 'Se você não olhar por você, ninguém vai.' Então a gente passou a ter ritmos diferentes. Minha carreira solo aconteceu porque eu amo muito esses caras e queria preservar nossa relação."

Participação em "Fina Estampa"
"2011 pra mim é ano de me dedicar à música. E jamais houve um convite oficial. Fazer a novela ia tirar o tempo que pretendo me dedicar ao estudo e a minha música", disse Fiuk, que faria par romântico com Nathália Dill.

Sonho e futuro
"É distante, não sei quando vai chegar. Mas um dia vou levar minha música pra tocar no mundo inteiro. Penso em casar e ter filhos. Sonho em ser um paizão, mas não vou pensar nisso pelos próximos dez anos".

Estilo
"Não ligo tanto assim pra moda. Quero me sentir bem. Meu gosto muda, assim como tudo na vida. A gente vive de fases, inclusive para moda. Não é porque antes usei calça vermelha que hoje não possa me sentir bem de jeans".

Entrevista com Fiuk: tudo sobre o visual novo e muito mais!


todateen - Você voltou a morar em São Paulo. Qual é a parte boa de ficar em casa?
Fiuk - Estar em casa de novo já é a parte boa, ter meus pais, a família, é muito bom.

tt - E do que você sente falta do Rio?
Fiuk - Sinto falta de acordar todo dia e ver aquela praia maravilhosa, aquele céu azul... Mas também, em um ano e meio que fiquei por lá, eu só fui à praia cinco vezes. Sendo que uma delas foi pra gravar.

tt - Parece que essa sua mudança de ares influenciou até no seu visual, no jeito de se vestir... Foi mesmo? O visual colorido ficou em Malhação?
Fiuk - Do visual colorido eu vivi tudo o que tinha pra viver na época de Malhação. Eu usava, o Bernardo, meu personagem, também usava muito colorido. Então, chegou um dia em que eu olhei no espelho e falei “Ave, Maria! Chega!”. E foi assim. Mas também não estou dizendo que agora só uso preto e branco, não. Se der vontade de usar colorido, vou usar. Mas não sou um arco-íris. Eu dei uma mesclada.

tt - Depois que você cortou o cabelo, foi tranquilo se adaptar ou rolou um susto no dia seguinte? Na hora de lavar, por exemplo...
Fiuk - Quando eu fico nervoso, eu sempre puxo o cabelo. Depois de cortar, não tinha mais o que puxar, isso foi estranho. Mas é muito legal porque esse cabelo agora marca uma nova fase. A fase de Malhação foi tão bacana, tão gostosa, mas não tem como levar pra sempre. Eu vivi tanto aquilo, foi tão legal, o cabelo, a roupa colorida... Mas tem que fechar uma porta pra abrir outra, é uma nova fase e é um novo mundo.

tt - Agora você também está com mais tempo pra se dedicar à banda, não?
Fiuk - Então, eu sou fissurado em música. Quero aproveitar pra me dar ao luxo de pegar uns três dias na semana pelo menos pra tocar como louco, estudar e amadurecer. Quero traduzir direito o que eu tenho guardado aqui dentro de mim.

tt - E o projeto solo? Vai ter mesmo?
Fiuk - Eba! No ano que vem ele chega. Acho que o single deve sair em março e tá numa pegada um pouco John Mayer, sabe? Não tô mais naquela de “um, dois, três, sai do chão”. Vou falar um pouco mais o que eu penso, quero amadurecer, quero aprender. É um desafio pra mim e eu adoro desafios. Quero crescer.


tt - É você mesmo quem está compondo tudo?
Fiuk - Sou eu mesmo, com um parceiro ou outro. Tem o Tito Vale, que é um deles. Foi meu primeiro professor de canto que, mais do que qualquer coisa, me ajudou muito. Principalmente no lado pessoal, ele tirou vários traumas meus, me fez crescer como pessoa e acabou virando meu melhor amigo. Ele faz aniversário no mesmo dia em que eu. A gente comemora nossos aniversários juntos.

tt - Lendo ou vendo as suas entrevistas, eu fico com a impressão de que você é um dos meninos mais bem-educados da música. Qual foi a maior lição que sua mãe e seu pai lhe passaram?
Fiuk - Todo mundo tem um lado bom e outro ruim. Mas meu pai é muito intenso e minha mãe também é. Eles têm os dois extremos, o lado bom e o ruim. Eu tive a chance de pegar o lado bom de cada um, dei uma mesclada. Mas ainda não peguei tudo, eu chego lá! O meu pai sempre me diz: “não beije a boca da ilusão”, isso me deixa muito com o pé no chão.

tt - E a sua marca, a N.G.C.H. For Fiuk, você palpita bastante na criação das peças?
Fiuk - Muito, muito, muito! Pô, eu encho o saco do designer! Mas isso é muito bacana, eu gosto de moda desde os 12 anos de idade, então, tenho prazer em desenvolver isso. Estar sempre junto, ver o que é legal, o que não é... (risos). Eu gosto!

tt - Você sempre chama suas fãs de “mores” no Twitter...
Fiuk - É, eu adoro! É o meu jeito.

tt - Hoje em dia o problema do bullying está muito em evidência. Você, por ser filho de famoso, já sofreu com isso?
Fiuk - Poxa, eu sofro até hoje com isso, sabia? Mas antes era bem mais pesado. Em todas as escolas por onde eu passei eu sofri bullying pesado, pesado mesmo.

tt - Como era?
Fiuk - Ah, os moleques não falavam comigo. Só a mulherada. Tinha o lado bom, né? (risos). Mas eu ficava bravo porque eu não tinha amigo. Então, eu chegava nas escolas e era aquela loucura nos primeiros quatro meses de ninguém falar comigo, todo mundo me zoava, jogava papel na minha cabeça, tentava me passar rasteira na cantina. Era uma loucura.

tt - E pra superar isso?
Fiuk - Acho que eu superei isso meio que inconscientemente. Eu queria sempre fazer tanto para os outros me aceitarem que chegou uma hora... Na moral? Eu pensei: deixa eu olhar mais pra mim, fazer o que eu gosto, que se dane o mundo, eu quero ser feliz!

tt - Você vai ser “o” cara na festa de quinze anos da todateen, o Estrela Teen 2010. O que mais marcou você nessa idade?
Fiuk - Quem marcou meus quinze anos foi o Blink-182. Total! Nem musicalmente falando, que todo mundo ali é meio doido, só o Travis, o batera, toca pra caramba, é sensacional. Minha mãe sempre escutou rock mais pesado e esse som nunca me interessou tanto, porque era uma coisa tão séria, tão poser, tão argh... Não me atraía nem um pouco. Aí, uma vez eu vi o Blink, eu estava com um amigo meu, o primeiro batera da banda que eu tinha. Eu olhei e falei: “como assim, cara?”. Eles contando piada um da mãe do outro no palco, falando “fuck you” e essas coisas. Foi aí que eu me liguei: “é tão gostoso assim tocar, é bom desse jeito?”. Eu comecei a tocar as músicas dele, eu me vestia igualzinho ao Tom, queria ser aquele guitarrista, fazia tudo igual, a pose, o jeito de pegar a guitarra...

Fiuk conquistará até a prima em 'Tal Filho, Tal Pai'


Muitas moçoilas gostariam de estar na pele de Railane Borges, 22 anos. É que a atriz fará a prima de Fiuk no especial Tal Filho, Tal Pai, que estreia na Globo dia 23. Na trama, ela interpretará Sara, que sempre cultivou um carinho pelo rapaz.

Ainda novinha, ela se mudou para os Estados Unidos e, quando volta, moderna e transformada, logo atrai o interesse do filho de Fábio Jr. Aproveitando que ele acabou de montar uma banda, ela se aproxima do primo como groupie (fã que se relaciona com os membros de suas bandas favoritas). Quem não fica nada feliz com a novidade é Larissa (Amanda Richter), namorada do músico.

Por falar em Fiuk, ele está todo prosa. É que seu Twitter atingiu a marca de mais de 1 milhão de seguidores no fim de novembro. ¿Sou bem viciado no Twitter, sempre que tenho um intervalo, entro no site para conversar com a galera. É irado...¿, postou.

EXTRA promove 'Bate-papo com Fiuk' no Cine Odeon, nesta segunda-feira


Se as segundas-feiras tivessem a cara de um ídolo fofo, ninguém acharia este dia da semana chato, não é? Para dar um gostinho de como seria, o EXTRA promove nesta segunda o “Bate-papo com Fiuk”. A partir das 15h, o ator e vocalista da Hori estará no Cine Odeon, na Cinelândia, lançando seu livro, “Diário com Fiuk” (no detalhe), e conversando com a plateia.

— Adoro o contato direto e reto com o público. Não tenho nada a esconder. É bom que as pessoas vejam que sou igual a todo mundo. Quero mostrar que sou de verdade — afirma o cantor e ator, de 20 anos.

Em “Diário de Fiuk”, ele também abre a sua vida. São 135 páginas com a história do ídolo, desde a infância até os dias de hoje. E para quem for ao Odeon, mais uma boa notícia: o gato vai autografar o livro, após o bate-papo, às 16h30m.

— Isso é muito doido! É uma oportunidade de falar coisas que penso, contar um pouco da minha história. Não é, assim, uma biografia. Imagina, um cara com dois dias de carreira (risos). É mais um diário mesmo — diz Fiuk.

Encarar uma plateia não é problema para o artista, acostumado às multidões em seus shows. É justamente a chance de falar sobre sua vida que mais o estimula.

— Não ligo de expor nada. Bom falar para essa molecadinha nova, que está começando, que tem que acreditar, correr atrás do que quer — discursa.

O Cine Odeon fica na Praça Floriano 7. A entrada é por ordem de chegada. As 330 primeiras pessoas que chegarem ao local participarão do evento.